As condições fiscais do Brasil estão diretamente ligadas à capacidade do País em gerar riqueza, o que quer dizer que, para crescer, é preciso, primeiro, organizar as contas públicas. Diante desse diagnóstico, o governo apresentou medidas que vão promover mudanças estruturais.
O ministro-interino do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, explica que a proposta de Orçamento para 2017 é um marco para as contas públicas, que passaram a ser mais transparentes e realistas.
A proposta de Orçamento que foi apresentada na semana passada contempla toda essa nova filosofia fiscal e vem na esteira de uma série de medidas importantes para o País, como a que cria um limite para a expansão dos gastos públicos.
Oliveira e outros integrantes do governo, assim como o secretário-executivo do Ministério da Fazenda,Eduardo Guardia, e a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, explicam, em vídeo, a importância das medidas que foram propostas e de outras que estão em desenvolvimento. Um economista do setor privado, Alexandre Cabral, professor de finanças, também explica a importância de um governo equilibrar as contas públicas e como uma gestão fiscal eficiente, por parte de um governo, pode ajudar a baratear o custo de financiamentos para as pessoas físicas.
Retomada da economia
Com a mudança estrutural na forma como as contas públicas serão geridas a partir de agora, a perspectiva é de recuperação fiscal ao longo dos próximos anos e de uma retomada da economia já a partir de 2017.
Os parâmetros usados para o Orçamento do próximo ano, assim como exercícios realizados pela equipe econômica que projetam as condições fiscais mais à frente, mostram como essa consolidação da gestão fiscal é determinante para o País.


