Por: Rosano Almeida
Treze partidos e aproximadamente mil pessoas se reuniram neste sábado (21.09) para pedir a reeleição do prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro. O encontro foi promovido pelo MDB de Cuiabá, partido a qual o prefeito é filiado. Mas o discurso de Emanuel, com o “tom” de muita humildade e cautela, deixou a todos com muita curiosidade.
É mais certo eu não ser “candidato à reeleição” do que ser, disse o prefeito da Capital em entrevista a jornalistas. Entre vários motivos, segundo o mesmo, um desejo de sua esposa, a primeira-dama Márcia Pinheiro, que “precisa ser relevado”, nas palavras de Emanuel Pinheiro.
O prefeito estava totalmente emocionado e vibrando positivamente. Durante os cerca de 15 minutos que se dedicou a uma conversa franca com os repórteres, e disse que os 13 partidos que estavam ali é para mostrar apoio total à sua gestão.
Em afirmação, disse Emanuel, tem partidos que não o apoiaram na primeira candidatura rumo ao Palácio Alencastro e outros que sequer possuem cargos em sua administração.
“Estão querendo me apoiar porque estão vendo o que estamos fazendo por nossa querida e amada Cuiabá. Estão no ritmo do Blairo Maggi e isso me deixa muito orgulho e desse legado eu não abro mão”, disse Emanuel Pinheiro.
“Eu fico muito feliz, muito lisonjeado. Quando eu li a entrevista do Blairo Maggi me deu vontade de sair correndo de felicidade”, Emanuel Pinheiro comentou em tom de descontração.
União e Progresso
Estiveram no evento representes do MDB, PV, PP, PTB, PRTB, PSD, PSDB, PL, PSC, PSB, PMB, Republicanos e Avante.
Emanuel Pinheiro sustentou “afirmo e digo” que quem for escolhido para representar o grupo será impulsionado, sim, pela imagem dele e seu trabalho positivo à frente da prefeitura.
“Esse grupo está sendo construído sob a minha liderança. Sem falsa modéstia, qual a liderança política do Estado, hoje, que tem 13 partidos ao seu lado dizendo: ‘queremos que saia candidato’!”.
A decisão sobre sua candidatura a reeleição, Emanuel Pinheiro disse que vai tomar, no máximo, até o início de abril pois é prazo de seis meses antes da eleição, segundo ele, deve ser suficiente para “caso ele não concorra” encontrar e preparar alguém que represente o grupo político.



